Eu gosto tanto do Nietzsche…

Ele facilita tanto a minha vida.
Não preciso ser racional, bastar ouvir meu corpo, meus feelings, minhas emoções, sentimentos, instintos, e seguir dai adiante.
Não preciso me preocupar com o leitor. Basta que eu entenda e fique satisfeito com o que escrevo. Nada de gramática, letra bonita ou referências.
Não preciso ter sequência, sentido, history-line… basta ir falando, escrevendo e pronto.
Se a consciência é só uma lanterna iluminando o oceano do inconsciente, então porque me importar tanto em organizá-la e dar sentido ao que não tem? Basta escrever aqui e pronto. Foda-se o resto.
Assim não preciso ficar horas e horas pensando no que escrever, quais palavras, como organizar as ideias, como ser claro, objetivo ou argumentativo. Foda-se tudo isso, só escrevo e pronto.
Quando eu quero, como eu quero, sobre o que eu quero. Sem datas, explicações, sequência… Só retratos da minha consciência, um após o outro.

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2 thoughts on “Eu gosto tanto do Nietzsche…

  1. Será mesmo necessário expor o seu apedeutismo em relação a Nietzsche? Já li diversos outros seus artigos, e identifiquei que, com certeza, o Otávio não é de assaz intelecto para a compreensão de Nietzsche. Faço-lhe uma simples questão: alguma vez se dignou a ler, se quer, uma obra completa de Nietzsche? Ou é apenas um simples “blogger” que escreve as suas pernósticas ideias para o mundo? Repense construtivamente…

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